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🏆 Hoje, o grande vencedor não foi a Argentina, tricampeã do mundo, mas sim o público que viu um espetáculo, que talvez será conhecido como a maior final de todos os tempos.

😮 estupefato

Hoje, as pessoas testemunharam o quão prazeroso o futebol pode ser. Quem viu esta final e ainda assim continua não gostando da maior invenção do homem, desculpe, mas é bom desconfiar deste ser.


🇦🇷⭐⭐⭐ 36 anos depois a Argentina é tricampeã mundial!

📸 Fifa/Divulgação

Na copa dos personagens marcantes, venceu a seleção cuja personagem foi a mais destacada de longe e que levou uma legião de torcedores com ele. Messi finalmente fez valer o seu sonho de ser campeão do mundo. 

O que não foi possível em 2014, 8 anos depois, o mundo não estava só sobre suas mãos ou sob seus pés, mas aplaudindo e reverenciando o maior craque deste milênio, após a Argentina vencer a França nos penais em uma das maiores decisões da história da Copa.


🪢 O nó tático de Scaloni e o passeio argentino!

📸 Liga Profesional de Fútbol/Divulgação

Muitas especulações sobre a escalação de ambos os times vieram à tona. Pelo lado francês, havia a expectativa de Benzema, recuperado de lesão e treinando pelo Real Madrid, entrar no jogo, já que não fora cortado da relação

No entanto, Deschamps logo admitiu que o grupo da França estava fechado e quem participou, participou, quem ficou de fora, au revoir!

Já pelo lado da Argentina, havia a esperança de colocar 3 zagueiros e repetir a estratégia contra a Holanda ou manter o time que goleou a Croácia. A decisão? Que três zagueiros que nada! Scaloni meteu três atacantes, com Di Maria, recuperado, Álvarez e Messi.

A estratégia inicialmente pegou de surpresa até quem estava na imprensa, que havia pensado em Di Maria pelo lado direito, explorando as costas de Mbappé. No entanto, Scaloni preferiu explorar a linha de fundo do lado esquerdo, onde Koundé e Dembelé jogaram

A tática dá muito certo e a Argentina sufoca com sua potente marcação o time francês. Rodrigo de Paul, Mac Allister e Enzo Fernandes foram absolutamente incansáveis. Sempre que havia um francês com a bola, uns 2 ou 3 argentinos ficavam na sobra. 

A intensidade era albiceleste, que criou muitas chances até que Di María resolveu colocar para dançar Dembele que cometeu pênalti infantil ao calçar o camisa 11 na área. Messi cobrou com perfeição e inaugurava o placar para a Argentina. 1 a 0.

Com Mbappe e Griezmann devorados pelo meio campo argentino, as opções de contra-ataque se ofereciam com bastante facilidade para a seleção de Scaloni. A França não tinha liberdade para finalizar e não conseguia reter a bola. A seleção de Deschamps parecia uma criança indefesa em busca do pirulito roubado.

Foi o jogo de uma seleção só. E para completar o ar da graça, num erro do ataque francês, Varane dá o bote errado em Messi que faz um passe nojento para Álvarez que conecta para Mac Allister livre, conduzindo a bola até a área e invertendo o passe para Di María, do outro lado, sem goleiro, praticamente, para ampliar o que era até então um chocolate argentino.

A França parecia não ter poder de reação e força para aguentar as investidas de Messi e Di Maria. Percebendo isso, Deschamps fez as mesmas alterações do jogo contra Marrocos, tirou Giroud e Dembele, para os seus lugares colocou Kolo Muani e Thuram, isso pouco antes do intervalo.


🧠🐎 Mbappe, o gênio indomável

No início do segundo tempo a toada foi a mesma. O tango rolava solto no campo e a França ainda tinha dificuldades para controlar o jogo. As alterações iniciais do Deschamps estavam dando resultado e aos poucos a França conseguia manter a posse de bola no campo ofensivo.

Só que do outro lado ainda havia Di María e Messi para desequilibrar e criar no contra-ataque chances interessantes para a Argentina ampliar. Como o camisa 11 ficou muito tempo parado por lesão, o craque argentino estava cansado e foi substituído por um lateral de ofício, Acuña, aos 20 minutos do segundo tempo.

No entanto, a substituição acabou reduzindo o poder de fogo argentino, apesar do jogo ainda estar bastante controlado pela seleção de Messi. 

Deschamps, desesperado por achar uma solução, fez o que ninguém esperava: tirou Griezmann, que fez de longe a sua pior partida no mundial, e Théo Hernandez, colocando Coman e Camavinga.

A França ainda não conseguia tomar para si as rédeas da partida. Contudo, todo cuidado é pouco, ainda mais quando a equipe possui Mbappe para decidir.

Otamendi não ouviu o recado. Em contra-ataque rápido, Kolo Muani deixou o zagueiro para trás na grande área e foi derrubado. Pênalti claríssimo perto dos 80 minutos de jogo. Mbappe foi frio e colocou no canto direito de Emiliano Martinez.

No lance seguinte, após bobeada de Messi, Coman rouba a bola, lança para Mbappe que de cabeça manda para Thuram, que devolve ao craque do PSG para enfiar o canudo e empatar heroicamente a partida

Parecia inacreditável, mas a França estava perto de virar mesmo depois de 75 minutos de controle argentino. Os comandados de Deschamps estavam claramente mais inteiros fisicamente enquanto os argentinos, mortos por tanto marcar os franceses.

E, a virada quase aconteceu nos pés de Rabiot, mas Emiliano Martinez amacia a criança e impede o gol. No penúltimo minuto dos acréscimos, Messi teve tempo de devolver a vantagem, mas Lloris executou um milagre no fim do tempo regulamentar. E lá vem mais 30 minutos.


👑 A consagração de um ídolo mundial

📸 Selección Argentina/Divulgação

A prorrogação começa com mudanças de cada lado. A Argentina troca Molina, De Paul e Álvarez por Montiel, Leandro Paredes e Lautaro Martínez; já a França sai Rabiot e em seu lugar entra Fofana.

Em termos de chances, não houve muitas nos primeiros 15 minutos, que serviram para estudar a postura do adversário e simultaneamente recuperar o fôlego para o por vir. 

Afinal, um gol na prorrogação é fatal (né Brasil?).

Já na outra metade da prorrogação, a partida foi mais aberta. Mas, com a Argentina tomando a iniciativa do jogo e com um gas renovado na frente após as substituições. Messi, logo nos dois primeiros minutos exigiu que Lloris não assistisse somente à partida, com mais duas boas intervenções.

Dois minutos mais tarde, um lance espetacular e coletivo do time argentino. Montiel lança espetacularmente a bola para Lautaro que escora para Messi, que toca de primeira para Enzo, devolvendo para Lautaro chutar. Lloris defendeu, mas no rebote, Messi é imperdoável e marca o terceiro.

Como o árbitro havia marcado impedimento, o lance foi para o VAR, que confirmou o gol. Com os 3 a 2, a emoção estava muito à flor da pele, Messi e Di Maria pareciam não acreditar no grandioso feito. 

A taça estava perto, mas ainda havia o incansável Mbappe, que mais uma vez, provou que é sinônimo de Copa do Mundo. Aos 115, o camisa 7 do PSG teve o chute travado com a mão de Montiel. Mais um pênalti para a França, mais um gol do camisa 10, que confirmava o segundo Hat-Trick na história de uma final de Copa do Mundo.

Já nos acréscimos, a França teve mais uma chance. Kolo Muani recebe excelente lançamento de Konate, que entrou no lugar de Varane, e finaliza. Mas, Emiliano Martínez faz uma defesa absurda e impede a virada

Bom, não teve jeito e a partida foi para os penais, que começou contrariando os ideais toscos de Tite. Os melhores batedores de cada seleção começaram as cobranças. Messi e Mbappe acertaram.

Coman foi o próximo, mas Martínez catou. A França desperdiçaria o pênalti seguinte de Tchouamení, que bateu para fora. Enquanto isso, Lloris não saía nem na foto durante as cobranças. Kolo Muani cobrou na quarta e decisiva sequência. Não errou. 

A decisão, enfim, estava nos pés de Montiel. O camisa 4 teria ali o poder de devolver aos argentinos uma alegria que não dava as caras há 36 anos, com Maradona e companhia na Copa de 1986. 

O lateral-direito foi lá e guardou, sem chances para Lloris. A Argentina sagrou-se tricampeã mundial, depois de duas decisões na trave. Uma em 90, na Itália, com Don Diego, outra em 2014, em solo brasileiro, já com Messi.

Em 2022, era a última oportunidade do lendário camisa 10 argentino fincar o pé na porta do olimpo e dizer a Maradona que conseguiu, como de fato aconteceu. Além disso, Messi não só venceu, mas também tratorizou com números individuais espetaculares

Aos 35 anos, o argentino se tornou o único jogador a marcar gols em todos os jogos da fase eliminatória de uma copa

Ademais, foi um dos artilheiros da competição, com 7 gols, se tornou o maior goleador da Argentina em Copa do Mundo, ultrapassando Batistuta, quebrou o recorde de Lothar-Matthaus por se tornar o jogador com maior número de partidas jogadas numa copa.

Não à toa, Messi ganhou a bola de ouro como melhor jogador da Copa de 2022, quebrando um tabu gigantesco desde 1994, quando Romário foi o último craque campeão de um mundial.

É uma pena que “Dios” não tivera a chance de ver em terra o tri, mas certamente, estará rodando a camiseta albiceleste em algum lugar do céu, gritando “Argentina, Argentina, Argentina”!


🇭🇷 A Croácia ficou em terceiro lugar e valeu, Marrocos!

Quem diria que entre Croácia e Marrocos, a disputa não terminaria em penais ou na prorrogação? Ao contrário daquele meme imaginando uma possível final entre as duas equipes com os jogadores sentados no gramado, o jogo foi corrido e definido no primeiro tempo.

Logo nos 10 minutos, Gvardiol e Dari, ambos zagueiros, marcaram para suas respectivas seleções. O 1 a 1 naquele momento era um pouco surpreendente pelo pouco ímpeto ofensivo de ambos os times.

Ao longo do jogo, Marrocos bem que tentava mais, entretanto, a falta de um finalizador nato dificultava as coisas para o time de Regragui que quando tinha a bola, conseguia criar chances muito bem.

Mas, quando se joga contra um time cuja especialidade é fingir de morto, todo cuidado é necessário. A Croácia soube explorar as péssimas saídas de bola do time marroquino e conseguiu chegar ao gol decisivo num chutaço de Orsic em uma delas.

Com os croatas em vantagem, cozinharam o segundo tempo com sucesso. Cada equipe teve uma chance boa, mas não foi o suficiente para alterar o placar que concedeu aos croatas um terceiro pódio em seis copas! Um terceiro lugar em 98, um vice em 18 e outro terceiro lugar em 22.

E pelo que parece, o bronze deu uma reanimada em Modric, que declarou que não irá se aposentar da seleção xadrez.

Já para o lado marroquino fica o legado de uma seleção africana ficar pela primeira vez numa quarta colocação na Copa do Mundo. Tudo bem que eles estão fora do pódio, mas é inegável que a expectativa para Marrocos era completamente diferente. Contudo, honraram e cumpriram muito bem o seu papel. Bom, 2026 vem mais.


⏱️ acréscimos

🇦🇷 🪅Veja a festa hermana! Argentina explode em festa após título na Copa do Mundo.

👕 Que vestimenta é essa? Bisht, a vestimenta usada por Messi na comemoração do título da Copa do Mundo.

😆 Quer meme, então toma! Veja os melhores memes da final.

🥮 Deu o bolo! Messi puxa fila com a taça, dá bolo aos jornalistas, provocando-os em canção.


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Publicado originalmente em https://br.ole.football em 18 de Dezembro, 2022.

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